Pacto Seguro

Ligue já
229 039 777
933 303 028
"Seguro de Corrida  

Dicas de Segurança

Segurança no trânsito: Em caso de furto

Verifique se o seu veículo está em condições e se tem combustível suficiente para chegar ao destino pretendido;

Observe se existem nas proximidades indivíduos com aspeto ou comportamento suspeito, e tente memorizar a face e o vestuário dos mesmos;

Quando circular, mantenha sempre as portas trancadas e os vidros total ou parcialmente subidos;

Em viagem, coloque os objetos pessoais no banco ao seu lado;

Se alguém tentar forçar a entrada, toque a buzina e/ou acenda as luzes repetidamente;

Se estiver a ser seguido conduza para um local com pessoas e iluminação, nunca se dirija para casa;

Quando se imobilizar num semáforo, deixe espaço suficiente entre o seu veículo e aquele que se encontre à sua frente de modo a poder, em caso de perigo, colocar-se em fuga;

Para o ladrão todos os carros têm interesse. Mesmo que seja de pouco valor, feche o seu carro e lembre-se de que existe um mercado de peças usadas;

Nunca guarde a sua chave sobresselente no interior da viatura;

Substitua os fechos de segurança das portas por hastes finas sem cabeça. Assim será praticamente impossível puxá-las com um arame;

Mesmo que a ausência seja breve, nunca deixe o motor a trabalhar;

Use trancas, bengalas de pedais ou de volante visíveis do exterior;

Use um tampão de depósito de combustível com fechadura;

Faça instalar no seu automóvel, por um técnico especializado, um dispositivo antirroubo;

Nunca deixe objetos à vista dentro da viatura;

Nunca deixe no porta-luvas os documentos da sua viatura, livros de cheques, etc. 

Lembre-se que este local oferece pouca segurança e constitui um dos primeiros ‘esconderijos’ a despertar a atenção do assaltante;

Instale um sistema amovível para o seu rádio e leitor de cassetes, não se esquecendo de o retirar sempre que abandonar o veículo;

Se o seu veículo for roubado contacte logo a PSP. Saiba de cor a matrícula do seu carro.

Segurança no trânsito: Em caso de acidente

Vista o colete refletor e sinalize o local do acidente, colocando o triângulo a cerca de 30 metros e, se possível, ligue os quatro piscas.

Verifique os danos. Nos danos materiais, desligue o motor, e caso exista risco de incêndio ou derrame de óleo ou combustível, ligue imediatamente para os bombeiros ou polícia.
Se for possível, fotografe o acidente (a utilização de fotografias é útil como prova). Independentemente de já terem sido chamadas as autoridades policiais obtenha também os dados de identificação de todos os intervenientes: condutores, veículos e testemunhas oculares.

Se não existirem feridos, os veículos tiverem matrícula portuguesa e os respetivos seguros válidos, deve ser preenchida e assinada por todos os intervenientes no acidente (independentemente da culpa), a Declaração Amigável de Acidente Automóvel (DAAA).

Esta declaração tem de ser assinada por si e pelos condutores dos outros veículos, ficando cada um com um exemplar (é indiferente ser a cópia ou o original, desde que legível). Não há necessidade de chamar as Autoridades desde que estejam identificadas as testemunhas do acidente e as circunstâncias do mesmo sejam claras, havendo entendimento entre todos os intervenientes.

Se o veículo não puder circular ligue à assistência em viagem, caso esteja incluída no seu seguro, ou a uma empresa de reboques.

No verso da DAAA encontra-se uma Participação de Sinistro que deverá ser preenchida e entregue à seguradora, no prazo de 8 dias, assim como o automóvel e toda a informação complementar que possa ter reunido;

  • Acidentes sem vítimas: retire os veículos da estrada, para não prejudicar o trânsito ou gerar outro acidente; ligue o 112 ou dirija-se uma esquadra;
     
  • Acidentes com vítimas: socorra a vítima, informe a PSP; mantenha a posição dos veículos até à sua chegada. 
     
  • Acidentes com veículos de matrícula estrangeira: Contacte o Gabinete Português de Carta Verde que funciona junto da APS. O sistema de Carta Verde é uma convenção internacional, denominada Convenção Multilateral de Garantia, com o objetivo de facilitar a circulação rodoviária nos países que aderiram a este sistema.
     
  • Acidentes ocorridos no estrangeiro: Contacte o Gabinete Nacional de Seguros desse país para formalizar a sua participação - o contacto de todos os Gabinetes Nacionais Estrangeiro encontra-se no verso da sua Carta Verde.
Segurança no trânsito: Cinto de Segurança

Aumenta em 50% a proteção dos passageiros;

Criado para que as forças sejam absorvidas pela zonas mais fortes do nosso corpo: ancas, ombros e peito;

Num choque a 50 km/h se não usar cinto de segurança, vai bater no banco da frente, e em quem estiver nele, com uma força entre 30 a 60 vezes superior ao peso do seu corpo;

Um décimo de segundo após o impacto o carro imobiliza-se e os ocupantes sem cinto são projetados para fora do carro;

Aumenta em 50% a proteção dos passageiros;

Se estiver a andar no carro a 20km/h e tiver um acidente, a sua cabeça será projetada a cerca de 20km/h contra o para-brisas. Imagine o que pode acontecer a 50, 80 ou 100km/h;

O uso de cinto de segurança é obrigatório mesmo que vá a uma velocidade baixa;

As crianças devem viajar sempre no banco de trás e em cadeiras apropriadas;

Qualquer passageiro que viaje no banco de trás deve usar cinto de segurança. Se não o usar, em caso de colisão, será projetado sobre os passageiros da frente, agravando o acidente;

As crianças com menos de 12 anos não podem ser transportadas no banco da frente, salvo se o veículo não tiver bancos atrás. Podem, porém ser transportadas no banco da frente, 
desde que seja utilizado um sistema de retenção adequado;
 

  • 4 RAZÕES PARA USAR SEMPRE O CINTO DE SEGURANÇA

Num acidente, o cinto de segurança pode salvar-lhe a vida.

O cinto de segurança reduz os riscos de ferimentos graves.

Muitas pessoas que acabam por morrer em acidentes, poderiam ter sobrevivido se tivessem usado os cintos de segurança.

É fácil de usar! Demora 5 segundos e pode salvar-lhe a vida!

Segurança no trânsito: na rua

Atravesse as ruas com atenção, observe donde vêm os carros e se o semáforo está verde, olhando para ambos os lados;

Atravesse sempre na passadeira;

Ande sempre no passeio. Se não houver passeio, caminhe no sentido contrário ao tráfego para ter uma melhor visão dos veículos;

Use roupas claras (ou um sinal luminoso) quando andar a pé à noite, garantindo assim que os automobilistas o veem;

Não permita que uma criança menor de 10 anos atravesse a rua sozinha até que tenha a certeza de que ela tem capacidade de avaliação de segurança;

Não deixe as crianças a brincar sozinhas na rua, em locais movimentados, passeios, estacionamentos de carros e entradas de garagens. Elas distraem-se facilmente e não têm noção do perigo;

Atrás de uma bola pode aparecer uma criança, mas, atenção, nem todas as crianças que aparecem subitamente na estrada vêm precedidas de sinal;

Não circule demasiado perto de uma fila de veículos. De entre eles pode surgir uma criança;

Reduza a velocidade onde existem crianças, principalmente perto de escolas, parques infantis e zonas residenciais;

Com chuva, os peões, e, sobretudo as crianças, têm tendência para andar mais depressa ou mesmo correr, levar o guarda-chuva muito inclinado ou cabeça baixa o que lhes dificulta a visibilidade. Esteja preparado para estas situações;

Ao cruzar ou ultrapassar um veículo de transporte público parado, para saída ou entrada de passageiros, reduza a velocidade, pois pode surgir um peão a atravessar inadvertidamente por trás ou pela frente do veículo;

Não é aconselhável fazer uma grande refeição antes da partida, já que a digestão será pesada e pode dificultar a condução. As bebidas alcoólicas, como é óbvio, estão proibidas;

Explique ao seu filho que antes de atravessar uma rua, sem semáforos, deve olhar para a esquerda, depois para a direita e novamente para a esquerda antes de atravessar. 

Afastar os amadores, fazer com que os profissionais pensem duas vezes

Um alarme bem visível desmotiva o assaltante.

A tão conhecida tabuleta "cuidado com o cão" faz rir, mas dá que pensar ao ladrão.

Além de manter a porta da sua casa sempre bem fechada, deverá:

Possuir portas e janelas sólidas. 

Ter caixilhos bem fixados nas paredes. 

Possuir nas portas e janelas dobradiças bem cravadas e invisíveis do exterior. 

Usar fechaduras de várias entradas (as fechaduras normais geralmente não apresentam mais de 20 possibilidades diferentes). 

Colocar fechaduras interiores nas janelas de fácil acesso. 

Ter os aparelhos de ar condicionado solidamente fixos (é possível entrar quando retirados). 

Numa moradia, instalar cancelas nas rampas e escadas de acesso.

Verifique sempre a identidade dos desconhecidos que aparecem à porta

Bons modos e boa apresentação não chegam.

Uniformes só por si não dão garantia.

Se tiver dúvidas, faça um telefonema antes de abrir a porta.

Segurança nas caldeiras a gás

Embora não seja muito utilizado em Portugal, o aquecimento dos lares a gás é cada vez mais uma realidade nacional, sobretudo depois da inclusão e subsequente massificação dos sistemas deste género de combustível com a chegada do gás natural. O alargamento deste aos lares em território nacional, a um preço mais convidativo do que a electricidade e o gás comum, levou a que muitos começassem a optar por esta alternativa, considerada
como a mais viável para este tipo de utilização.

Como em qualquer líquido nocivo para o ser humano em doses limite, também o gás apresenta algumas particularidades e perigos, que se devem prevenir. Por isso, seguem-se algumas dicas de como manter a segurança das pessoas lá de casa em caso de uma emergência com as caldeiras a gás.


- Cuidados em caso de fuga:

Evitar o contacto directo ou indirecto com os olhos, mãos e pele;

Evitar inalação de fumo, protegendo-se com um pano de alguma densidade;

Ter em atenção o chão que pode ter líquido derramado e, por isso, provocar quedas;

Criar barreiras de protecção para evitar que o gás entre em contacto com outros espaços;

Prevenir contacto dos líquidos com o solo, águas superficiais ou subterrâneas;

Limpar os locais de derrame com um material absorvente.


- Primeiros socorros após uma fuga

Em caso de inalação, apenas os profissionais médicos podem intervir e nada deve ser feito por pessoas que não estejam preparadas para estas situações, pois uma acção incorrecta pode despoletar uma reacção ainda mais adversa;

Em caso de contacto com os olhos, lavá-los bem com bastante água durante vários minutos e visitar o quanto antes um médico para que seja feito um diagnóstico profissional;

Em caso de ingestão deve-se lavar muito bem a boca com água e dirigir-se de imediato para uma unidade de cuidados médicos, onde serão efectuados os procedimentos necessários e mais adequados.


- Cuidados com a exposição prolongada

Usar protecção para as vias respiratórias, preferencialmente com máscaras concebidas para esse fim;

Protecção das mãos com luvas de borracha anti-queimaduras/anti-fogo;

Proteger os olhos com óculos de segurança herméticos e equipados com protecções laterais;

Usar protecção para a pele, constituída por um vestuário apropriado, de magas longas e corpo completo, imunes à penetração do fumo e fogo, prevenindo queimaduras e inalação de dióxido de carbono.


- O que pode acontecer na sequência de fugas?

Incêndios quando o tempo de exposição é prolongada ou o gás entra em contacto com  substâncias que se inflamem;

Libertação de dióxido de carbono, uma substância letal para o ser humano em determinadas quantidades;
Contaminação de espaços circundantes àqueles onde ocorreu a fuga, nomeadamente com a infiltração nos solos e cursos de água;

Referidos os principais cuidados a ter com estes dispositivos, cabe agora a cada um respeitar as normas de segurança do uso das caldeiras a gás e evitar acidentes ou prevenir consequências maiores. Leve em consideração as dicas acima enunciadas e cuide da sua segurança e da dos seus.

Goze também as suas férias, com segurança e tranquilidade

Dê uma aparência de actividade à sua residência, peça a alguém que abra regularmente as persianas e cortinados durante o dia e ligue a iluminação interior algumas noites.

Não diga a estranhos que vai de férias.

Informe o seu vizinho, ele é a sua segurança mais próxima. A solidariedade entre vizinhos inibe a acção dos marginais.

Verifique e feche bem portas e janelas.

Não deixe acumular correspondência, peça a alguém de sua confiança para a recolher.

Guarde em lugar seguro jóias, dinheiro, valores e objectos de arte.

Catalogue, se possível, os seus objectos de valor e anote os seus números de série.

Se não vai de férias ajude-nos a proteger os seus vizinhos

Se for testemunha de um crime ou se vir algum facto anormal na casa dos seus vizinhos ausentes, não manifeste a sua presença, mas alerte sem demora a POLÍCIA.

O que fazer em caso de Sismo?

É certo que nenhum local está livre de poder ser alvo de um sismo e, mais do que nunca, agora que alguns países foram vítimas destes fenómenos naturais, é importante relembrar alguns dos cuidados a ter em caso de emergência e que preparação deve ser efectuada para prevenir aquilo que é possível evitar.

Listamos agora alguns conselhos a ter nas três fases de acontecimento de um sismo. 

Estes são apenas alguns cuidados recomendados, dos quais se destacam a prevenção anterior ao tremor de terra e acções a seguir durante o decurso de um sismo. São sugestões que não podem ser ignoradas e são deveras úteis perante uma situação de 
terramoto.


Antes do sismo:

Tenha um estojo de emergência em local de fácil acesso e de que todos tenham conhecimento. Este deve conter um rádio a pilhas, com vários conjuntos destas. No seu interior devem estar ainda elementos de primeiros socorros e medicamentos que possam ser necessários;

Armazene água e alimentos não perecíveis, como enlatados e águas engarrafada, num espaço de fácil acesso. Podem ser muito úteis caso fique preso durante alguns dias;

Crie um plano de emergência, que deve ser conhecido por todos os elementos da família;

Cada um deve saber o que fazer;

Electricidade, gás e luz devem ser desligados de imediato. Qualquer pessoas tem de saber fazê-lo, incluindo os elementos mais pequenos da família;

Crianças, idosos e pessoas de capacidades reduzidas devem estar familiarizadas com o plano de emergência. 

Faça simulacros com toda a família. Ajuda a criar rotinas, simplificando o que fazer em caso de emergência e interiorizando os procedimentos a seguir, o que ajuda a afastar o pânico;

Quadros, candeeiros, móveis, armários e outros elementos têm de estar bem fixados à parede. Objectos pesados no chão e camas ou sofás longe de vidros e janelas;


Durante o sismo:

Mantenha-se no centro das divisões e guarde distância de chaminés, espelhos, janelas ou objectos que possam cair. Coloque-se nos cantos das divisões ou debaixo de traves mestras, vãos de portas ou móveis fortes como camas e secretárias robustas;

Durante o tremor de terra, ajoelhe-se para proteger a cabeça e os olhos. Não se desloque por corredores e muito menos pelas escadas ou elevador;

Se estiver perto de combustíveis, líquidos perigosos, tóxicos ou substâncias químicas, esteja atento a derrames. Se detectar algum, após o sismo, procure limpá-lo. Caso este seja de grandes dimensões, procure alertar as autoridades após o tremor de terra e mantenha-se longe do local do incidente;

Caso esteja num local com máquinas, tente afastar-se o máximo possível destas, deslocando-se para os locais seguros (ver primeiro ponto desta parte);

Se estiver a conduzir, pare o carro logo que possível e mantenha-se no seu interior. 

Não permaneca em cima de pontes ou perto de edifícios e estruturas. Procure uma zona vasta, mas livre. Não fique perto de zonas marítimas, pela possibilidade de ocorrência de tsunami e outros fenómenos de maré alta.


Depois do sismo:

Se ficar preso e não conseguir soltar-se sozinho, tente chegar a um objecto e bata com este em outro, procurando comunicar com exterior, sinalizando sonoramente que está encurralado;

Catalisadores, como fósforos ou isqueiros, não podem ser activados. Pode haver fugas e levar a explosões;
Se abrir armários ou portas, tenha cautela. O sismo pode ter provocado a queda de objectos, que podem estar presos e acabarão por precipitar-se na sua direcção com a abertura destes elementos;

Depois de ter ocorrido o tremor de terra, veja qual o estado do edifício em que se encontra. Podem ter lugar réplicas do sismo, por isso, procure um local amplo para onde se deve dirigir. No caminho, esteja atento a possíveis feridos que possam estar em dificuldades;

Se esse for o caso, utilize o telefone e solicite ajuda das autoridades;

Se a casa tiver sofrido danos, saia para a rua, mas pelas escadas. Antes disso, calce umas botas ou sapatos resistentes para prevenir lesões com objectos que se encontrem dispostos no chão. Não utilize o elevador e tenha atenção a todo o tipo de objectos que possam estar dispostos pelo solo, especialmente vidros e cabos eléctricos caídos;

Ao sair de casa, não utilize o elevador. Antes de pisar os degraus de escadas, avalie se estes aguentam com o seu peso;

Ao encontrar-se fora de casa, mantenha uma distância segura de postes eléctricos, edifícios, muros, árvores e outros elementos que possam cair. Procure um local amplo e aberto e não circule pelas estradas, que devem estar desimpedidas para viaturas de socorro;

Se tiver havido derrame de substâncias inflamáveis ou tóxicas, proceda à limpeza do local onde estas se encontram com a maior brevidade possível;

Não beba água da companhia. Esta pode estar contaminada. Opte por água engarrafada ou refrigerantes, que podem prevenir situações de possível contágio;

Tenha um rádio ligado e fique atento às informações que vão sendo difundidas;

Colabore com as autoridades. Ouça as informações que vão sendo difundidas pela rádio, evite utilizar o telefone, para manter as linhas desocupadas. Não vaguei pelas ruas, deixando as vias abertas para a circulação de veículos de emergência.

Precisa de Ajuda? Fale connosco! Pacto Seguro - Facebook Pacto Seguro - Linkedin